Equinócio de Outono

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Equinócio de Outono

O outono chegou no hemisfério sul, e os pagãos comemoram o Equinócio, chamado de Mabon, também conhecido como Festival da Segunda Colheita. Quem ainda não se entrosou totalmente com o paganismo, deve estar confuso agora, afinal, pelas redes sociais, vimos muitas postagens com banners chamativos de “Ostara Blessings”. Na verdade, Ostara é o Sabbath que celebra a entrada da primavera. Portanto, não é conveniente seguir a Roda do Ano do hemisfério norte. Sendo assim, vamos falar de Mabon (leia: Meibon) e aprender um pouco mais dessa celebração, seus significados e simbolismos.

O Festival da Segunda Colheita marca o início do Outono, acontece em pleno Equinócio. Tal como o Lammas, é também uma celebração de agradecimento pelos frutos colhidos, pela sabedoria obtida, por tudo que conquistamos. Porém, antes de prosseguir nesta matéria, creio que cabe uma rápida explanação sobre o que é Equinócio.

— EQUINÓCIO —
É quando o Sol reflete com mais intensidade sobre a linha imaginária do Equador, deixando dias e noites iguais, com a mesma duração. O Equinócio de Outono também é conhecido como Ponto Libra, e o de Primavera, Ponto Vernal.

Mabon anuncia um tempo de reflexão, onde o Deus se torna a semente plantada no ventre da Grande Deusa pela sua própria força viril. É a época em que o Sol (Deus) perde suas forças, diminuindo sua intensidade sobre a Terra. A colheita foi realizada, e os campos estão vazios. Toda essa metáfora nos leva a meditar sobre a vida, a morte e o renascimento, incitando em nós a crença de que não há fim, apenas transformação, evolução. A semente é plantada, nasce, cresce, dá frutos que são colhidos para nosso sustento. Então, no outono, suas folhas caem sobre a terra, adubando o solo, fortificando a plantação para que novos frutos renasçam na próxima estação.
É tempo de recolhimento, de olhar para dentro de nós mesmos, de buscar o autoconhecimento e de se deixar ser transformado no ventre da Deusa. Falta pouco para o inverno, e o calor humano se faz necessário. Ficamos mais próximos da família e dos amigos. Cernunnos é a divindade reverenciada no Mabon, porém, toda essa ansiedade pelo calor humano também coloca Oengus, Deus celta do amor, como ícone de adoração no Festival da Segunda Colheita.
Nas celebrações do Mabon, o altar é adornado com as sementes que agora foram plantadas, metaforicamente falando. Trata-se, na verdade, das ideias que serão trabalhadas durante esse período. Sendo assim, além das sementes (literais), você também pode colocar sobre o altar algo que represente esses novos projetos, ainda que seja apenas um papel com todas as ideias escritas. Falando das literais, quais sementes colocar? Pode ser semente de girassol, espigas de milho, feixes de trigo ou frutas que contenham sementes, qualquer coisa que lembre fartura, prosperidade, vida! Simbolizando o outono, também costumamos colocar algumas folhagens secas de vários formatos e tamanhos.

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